12 Novembro 2009

Acreditar ou não, eis a questão!


Gosto de começar determinados textos com citações do dicionário. Acredito que facilite a compreensão sobre o que quero dizer. Vejamos:


Segundo o Aurélio, acreditar pode significar, dentre outras coisas:

Crer, dar crédito a: acredita tudo que ouve. // Acreditar em, crer na existência: acredita em Deus. / Confiar em: acredito piamente nele. / Adquirir crédito: acreditou-se por seu passado honesto.

Pois é! Sempre fui uma pessoa de coração aberto, que confiava nas pessoas logo de cara e não acreditava que, por trás de um belo sorriso ou belas palavras e até mesmo, determinadas atitudes, pudesse vir algo contrário.

Enfim, a gente cresce, amadurece e feito uma fruta madura no pé, também desabamos no chão! Afinal, nem tudo são flores! Muito menos, seres humanos.

Depois de muitos tapetes puxados, comecei a duvidar de tudo e de todos. Para mim, sempre há uma segunda intenção numa palavra dita, escrita, num olhar diferente e até mesmo em um sorriso inocente. Desde então, estou sempre “de orelhas em pé”!

Gostaria de não pensar assim; muito menos sentir, mas, infelizmente, a maioria das pessoas ainda não conseguiu me fazer mudar de opinião e eu permaneço de antenas ligadas.

Acredito que, acreditar, seja uma das coisas mais difíceis de fazer. E falo no sentido mais amplo da palavra – acreditar no que ainda é invisível, num sonho, em uma pessoa, em um desconhecido, na palavra de alguém, no olhar de uma pessoa, numa assinatura, numa reportagem, numa declaração de amor, num pedinte na rua, em sim mesma, dentre tantas outras coisas...

Acreditar é muito mais difícil do que desconfiar ou não acreditar em alguém ou em alguma coisa.

Não é à toa que dizem por aí: "difícil é conquistar a confiança de alguém, mas perder é muito fácil" - Concordo plenamente! Bastam alguns segundos e tudo desmorona na sua frente!

Sei que ficam os traumas e o receio de novamente se decepcionar. A tendência é de nos fecharmos, e então, a gente se trava, desconfia, sente medo e acaba não vivendo as experiências que batem à nossa porta. E isso, a meu ver, é um dos maiores erros que podemos cometer, afinal, a vida também tem dessas coisas!

Apesar de tudo, acho que vale a pena viver vendo o lado bom das coisas e pessoas! Estou tentando voltar a confiar mais. A vida é mais leve quando a gente acredita, garanto!

Difícil? Muuitooo!!! Mas a gente só tem duas opções: acreditar ou não!

Então, prefiro escolher a primeira! E você?!
Por: Pauline Machado
Em: 13 de novembro de 2009

3 comentários:

RUI disse...

Coincidência! Falava sobre isso ha poucos instantes. Estou de acordo - pra variar - com o seu texto. Não se desiluda querida, pois muitas vezes, as decepções acontecem e temos de saber encará-las de peito aberto. Apenas com as decepções aprendemos a valorizar e a querer bem àqueles que nos são caros, assim como só damos valor ao doce após provar do amargo. Tudo é uma questão de amadurecimento e de como aprendemos a lidar com as coisas, com os não merecedores de crédito. Eu ainda acredito no que é bom, apesar de tudo!

Beijos. Estou matando as saudades hoje hein! Uhu! rs rs

Te adoro.

Lih...Amarante disse...

as vezes, acreditar é t~~ao dificil, né?!

junta uma porção de fatores como: receio, 'águas passadas', outros verões, decepções...
e acaba-se ficando assim: meio urubuzenta! rsss

BJoca

Corpo e Mente disse...

Muito Prazer!Meu nome é Taillard Silvana.
Adorei o bloguinho mas...
Vamos continuar a proza de outra maneira...
Há uma diferença ENORME entre Fé e Crer.
E aqui houve uma farofa servida com coca-cola e melancia.
Nesse momento estou indo trabalhar mas volto,para completar ou terminar a proza.

 

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